quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cães cobaia vêem o sol pela primeira vez

Viviam em jaulas e nunca tinham pisado relva. Agora, foram finalmente libertados

Usados para testes laboratoriais de cosméticos, 72 cães viveram toda a sua vida fechados numa jaula. Agora, com a falência da empresa, foram libertados e viram a luz do sol pela primeira vez.

A empresa espanhola, tal como muitas outras, usava os animais para se certificar que os seus produtos podiam ser comercializados. Tratados como meros objectos, os cães de raça beagle eram mantidos em jaulas individuais e identificados por números, tatuados na sua pele.

A falência súbita da empresa permitu a uma sociedade de protecção dos animais resgatar os animais.

“Eles viviam em jaulas individuais, em grupos de 10 por cada sala sem nunca interagirem uns com os outros”, revela Gary Smith, o porta-voz do grupo de resgate.

O seu primeiro momento de liberdade foi registado em vídeo. Os cães, visivelmente receosos, estranham até a própria relva. O emocionante momento serviu também para garantir um lar aos animais, que serão entregues para adopção.

“Os beagles são cães de companhia muito dóceis. Mas esse é também o motivo pelo qual são ideais para os testes de laboratório”, explica Smith.






terça-feira, 27 de setembro de 2011

Touradas proibidas na Catalunha

« Comunidade autónoma espanhola da Catalunha proibiu hoje, por maioria, as corridas de touros. Fação pró-touradas vai apresentar recurso.


As touradas serão proibidas na Catalunha a partor de Janeiro de 2012. A decisão foi aprovada pelo parlamento da comunidade autónoma, com 68 votos a favor, 55 contra e nove abstenções.


O tema gerou discussões no parlamento, manifestações nas ruas, e, no último domingo, a única praça da Catalunha, La Monumental, foi palco de tomadas de posição das fações pró e anti-touradas. A Iniciativa Legislativa Popular foi apresentada em dezembro pela plataforma Prou! (em tradução literal: Basta!), que recolheu 180 mil assinaturas. A lei só entrará em vigor em Janeiro de 2012, pelo que, até lá, a praça La Monumental poderá manter a sua programação.



Touradas fora das Canárias

Os defensores das corridas de touros, consideradas uma das marcas culturais de Espanha, vão recorrer para o Tribunal Constitucional e o Partido Popular vai tentar fazer uso das leis estatais para que a proibição não se concretize, avança o "El País". Os empresários taurinos vão lutar para serem indemnizados. Recorde-se que a Catalunha não é a primeira comunidade autónoma espanhola a proibir as touradas: em 1991, as ilhas Canárias tomaram a mesma decisão. »



Falta agora esperar que Portugal siga o velho costume de ir atrás das modas estrangeiras e o faça, desta vez, por uma boa causa.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Um cão que escolheu o nome - A história do Bobby






Os meus avós, emigrantes em França, tinham uma casa de férias em Portugal, à qual vinham todos os Verões passar uma quinzena em Agosto com a sua gata Bolinha. Mas não será ela a protagonista desta história.
Num desses períodos de férias, decorria o ano de 2000, um novo visitante apareceu à porta da casa dos meus avós. Um visitante com um aspecto triste, cansado, sujo e doente, muito doente. Do pêlo que lhe devia cobrir o corpo havia apenas sinais; toda a pele estava coberta de feridas ensanguentadas. Era um cão. Trazia sinais de fome e muita comichão. A minha avó e a minha mãe apressaram-se a deixar à porta um prato de comida, que depressa desapareceu, mostrando de novo o prato vazio. Não foi difícil perceber que o animal não devia ser alimentado convenientemente há muito tempo. Não ladrava, o que revelava sinais de algum trauma, ou talvez fosse mudo, e essa poderia ser a razão para o seu abandono, caso tivesse tido donos. Foi, durante muito tempo, esta a versão que nos convenceu. Precisava também de um banho, devia estar a ser comido por carraças e um banho aliviaria a comixão. Foi convidado a entrar para o pátio da casa. Olhou, desconfiou, entrou a medo. O banho soube-lhe bem e, ainda que as feridas se mantivessem, deu-lhe um aspecto renovado e um maior alento. A minha mãe achou que era necessário baptizar o cão: já existia uma relação de amizade, devia existir também um nome. E foi a pensar nas personagens da sua série preferida, Dallas, que olhou para ele e disse:
- Queres ser o JR ou o Bobby? JR? Ou Bobby?
Abanou o rabo com o som «i». Ficou Bobby.
Mas algo mais havia a fazer: o animal sofria, tinha a pele ensanguentada, era necessário perceber o que se passava para o fazer recuperar, se ainda fosse possível. A solução não tardou a surgir: a minha madrinha, que recolhe desde sempre animais abandonados em sua casa ( tem, actualmente, 4 cadelas, 20 gatos, e ainda coelhos, galinhas e um rato-chino ) saberia o que fazer. Pegamos no Bobby, colocamo-lo dentro de uma caixa grande de cartão na mala de um Renault Clio de 2 lugares, com esperança de que não tivesse pulgas ou carraças que infestassem o carro, o que seria um grande problema para resolver com o meu pai, que desde que viu o animal achou má ideia aproximarmo-nos dele. A minha madrinha aconselhou então a que pusessemos Betadine na pele do cão, uma vez que não arde e ajuda a sarar feridas. Tendo já aquela que esperávamos ser a solução do problema, faltava decidir onde colocaríamos o animal. As opções variavam entre mantê-lo na rua ou recolhê-lo. A minha avó insistia que não podia levá-lo doente numa viagem até França, e que a gata Bolinha não iria conviver amigavelmente com um cão, mas devolver o cão às ruas só agravaria os seus problemas de saúde e poderíamos perder o seu rasto facilmente. O mais conveniente seria, sem dúvida, ficamos nós com o Bobby: a casa tem espaço para ter um animal e dispomos de tempo para lhe dedicar atenção. A minha mãe acabou por se deixar convencer, e lá foi a caixa de cartão na mala do Renault Clio para nossa casa. O meu pai, não tendo reagido de modo particularmente afectuoso, não se pode dizer que tenha reagido muito mal. Soubemos que a vizinhança estranhou, gracejou, troçou, mas não fizémos caso. A pele do Bobby não melhorava com o Betadine e isso sim, era importante resolver. Já depois do regresso dos meus avós a França e desconfiada de que a situação era mais grave do pensaramos ao início, a minha mãe pediu a uma amiga que lhe indicasse um bom veterinário. Quando a amiga, que se tinha oferecido para acompanhar a minha mãe na primeira consulta, viu o estado do Bobby, aconselhou a minha mãe a deixá-lo ficar à porta da clínica, dizendo que as veterinárias certamente o iriam recolher. No entanto, a minha mãe preferiu ir à consulta e ficar a saber o que poderia fazer para salvar o animal. A resposta da veterinária foi esclarecedora:
- O que ele tem é sarna, por isso é que tem tanta comichão. É muito contagioso, tem cura e exige muitos cuidados e tratamentos diários. O que quer fazer?
Ficámos com ele. O tratamento exigia a colocação de um óleo diariamente, comprimidos ( que só com muita insistência e disfarçados no meio de fiambre o Bobby ingeria ) e uma dieta à base de frango e arroz, além de cuidado na aproximação ao animal, uma vez que corríamos risco de contágio. E de forma lenta as melhoras foram surgindo. O pêlo foi crescendo, as feridas sarando, o sangue desapareceu. E eis senão quando, um dia, ao ver-nos aproximar para o acariciar, o Bobby ladrou. E foi um ladrar de alegria, de quem já encontrou algo que lhe faltava! Passaram-se 11 anos e o Bobby agora tem 12. Continua connosco, a brincar, a ladrar e a trazer-nos bons momentos que serão, um dia, boas recordações. É um cão cheio de energia, de vitalidade, que não dispensa companhia e carinho. É um apreciador de queijo e de rituais e conhece os dias da semana: sabe que ao Domingo o pequeno-almoço é mais doce e não resulta tentar trocar-lhe as voltas! Não gosta de tomar banho nem de ver outros cães a passar na (sua) rua, invadindo-lhe a propriedade do seu horizonte. A sua personalidade é, assim, forte, determinada, convicta e cheia de doçura e esperamos que esteja presente na família por muitos e muitos anos, tantos que nos possam quase fazer esquecer as suas tristes origens.



Escrito por Luna Karenine

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Seitan e Tofu à Brás (Ovovegetariano)

(Ovovegetariano)

Ingredientes (para duas pessoas):
1 rolo de Seitan e Tofu (da marca Cem Porcento) cortado em pequenos pedaços
5 batatas médias partidas aos quadrados
2 mãos de ervilhas congeladas
½ lata de Grão de Bico
2 Ovos
½ cebola picada
Azeite q.b.
Salsa q.b.
Cominhos q.b.
Pimenta q.b.
Sal q.b.

Preparação:
1.       Cozer as batatas com o ovo, as ervilhas e o grão numa panela juntamente com o sal e a pimenta.
2.       Quando as batatas estiverem cozidas escorra toda a água e separe o Ovo.
3.       Descasque o ovo e passe-o por água limpa para retirar pequenas partes de casca. Parta-o em pequenos pedaços.
4.       Acrescente o ovo partido, azeite numa quantidade generosa, a cebola, o rolo de seitan e tofu, a salsa e cominhos.
5.       Leve a lume máximo até que a cebola amoleça e o ovo pareça dissolver-se.

Receita de Boneca de Trapos

mais receitas AQUI

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Bife de Soja "à moda do Porto"

(Vegan ou Ovovegetariano)
Ingredientes
(para duas pessoas):
Arroz q.b.
1 lata de Feijão Branco
1 cenoura grande
1 cebola grande
1 fatia de Pimento
2 colheres de "manteiga" de Soja especial cozinha (Alpro)
1/2 dente de alho
1/2 embalagem de Bifes de Soja Com Molho de Tomate
(da marca Cem Porcento - Produtos Naturais)
2 folhas de Louro
Salsa q.b.
Pimenta q.b.
Cominhos q.b.
Azeite q.b.
Sal q.b.
Água q.b.
Ingrediente Opcional: Ovo Cozido

Receita:
1. cobrir o fundo de um tacho com o azeite. Quando estiver quente, colocar a cebola partida em pequenos gomos, cenoura às rodelas bem finas e alho picado. Deixar refogar até a cebola amolecer.

2. Colocar um pouco de água para a cenoura cozer. Deixar por 10 minutos no lume máximo. Se necessários, colocar mais água.

3. Cortar em pequenos pedaços os Bifes de Soja e separar o feijão da água de cozedura e conservação. Quando a cenoura estiver quase cozida, acrescentar os Bifes de Soja, o Feijão, o Louro, a Salsa, a Pimenta, o Sal, o Pimento e a "manteiga". Acrescentar água de cozedura do feijão ou água na quantidade que achar necerrária. Deixar cozinhar.

4. encher um pequeno tacho com água, Sal e Azeite q.b. Quando estiver a ferver, colocar o arroz e deixar cozer a gosto. Retirar a água em excesso.

5. Sirva o preparado anterior por cima do arroz. Pode ainda acrescentar um ovo cozido.



Receita de Boneca de Trapos

mais receitas AQUI.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vamos informar-nos para as Eleições ( Proximo dia 5 de Junho )

Como devem estar recordados, no próximo dia 5 de Junho vamos a votos. Quer isto dizer que vamos eleger quem nos governará por um período considerável de tempo, suficiente para fazer muitas coisas boas mas, também, suficiente para fazer muitas asneiras. Assim, e porque devemos pensar nas nossas escolhas com calma e ponderação, vimos hoje dar a conhecer um partido que se candidatará pela primeira vez e cujas ideias consideramos de grande importância. Trata-se do Partido pelos Animais e pela Natureza. Provavelmente muitos ainda não ouviram falar e, por isso, aconselhamos a que leiam o seu programa eleitoral, para terem a certeza de que percorreram todas as opções e ouviram com a mesma atenção todos os candidatos antes de tomarem uma decisão. O programa pode ser consultado na íntegra neste link e também está disponível uma síntese do mesmo neste link .

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Biofiambre de Legumes é Português

Alunos do Politécnico fazem fiambre de legumes

25/02/2011

Alunos do Instituto Politécnico de Viana do Castelo estão a desenvolver um projeto denominado biofiambre de legumes, que foi selecionado para o espaço FOOD I&DT na Feira Alimentaria & Horexpo 2011, que decorre de 27 a 30 de Março no recinto da Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações.

Alunos do Instituto Politécnico de Viana do Castelo estão a desenvolver um projecto denominado biofiambre de legumes
Vai ser o primeiro contacto do produto com o mercado, naquele que é o maior evento a nível de negócios e contactos em Portugal
Vai ser o primeiro contacto do produto com o mercado, naquele que é o maior evento a nível de negócios e contatos em Portugal nos secores da alimentação, distribuição e hotelaria.

Além de cobrir todo o mercado português, é uma ponte para o comércio da indústria alimentar com os países de influência portuguesa, um mercado com mais de 200 milhões de potenciais consumidores.

“Inovador e com caraterísticas organolépticas inconfundíveis, o biofiambre de legumes é um produto à base de legumes biológicos, alternativo ao fiambre tradicional, uma agradável proposta para os não vegetarianos, saudável e ecológico para todos”, descreve Rita Pinheiro, docente da licenciatura em Engenharia Alimentar do Politécnico de Viana.

“A matéria-prima, proveniente de agricultura biológica, é sujeita a um branqueamento moderado com o objetivo de intensificar o seu sabor.

Refogado, homogeneizado e pasteurizado
O biofiambre de legumes, é processado seguindo um percurso definido: refogados os legumes e homogeneizada a mistura, o produto é submetido a uma pasteurização, como forma de conservação, seguindo-se uma maturação controlada, de forma a garantir a consistência e textura, semelhante à apreciada textura do fiambre”— explica ainda a docente.

“Sem a adição de corantes e conservantes, os métodos de conservação utilizados são a pasteurização seguida de refrigeração que, além de conservar as suas caraterísticas organolépticas, é garantia de segurança para o consumidor” sublinha ainda Rita Pinheiro, acrescentando que o biofiambre de legumes é um produto pensado para os consumidores vegetarianos, simulando a textura do fiambre. É, também, interessante para segmentos de consumidores com preocupações ecológicas, que procuram alimentos saudáveis e inócuos.

Os legumes provenientes da agricultura biológica difundem um modo de produção sustentável e socialmente responsável”, refere ainda.

Por equipa do 3.º ano de engenharia alimentar
O projeto “biofiambre de legumes” foi desenvolvido por alunos do 3º ano do curso de Engenharia Alimentar da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC, Ana Catarina Magalhães, José Renato Faria e Rosa Alves. Segundo estes alunos, a necessidade de variedade de produtos e também a crescente preocupação com as dietas alimentares, tendencialmente mais ricas em produtos à base de vegetais, ricos em bioativos, motivou o desenvolvimento desta formulação.

A Alimentaria & Horexpo 2011 decidiu incluir o espaço FOOD I&DT no certame, dedicado a inovações que resultem de projetos de inovação e desenvolvimento, provenientes de Entidades do Sistema Científico e Tecnológico (ESCT) ou de empresas em parceria.

“O objetivo deste espaço é selecionar e divulgar projetos tecnológicos inovadores e com potencial de valorização comercial desenvolvidos” apontou fonte da organização.

Este novo projecto, concentra no mesmo espaço a oferta e a procura da fileira da indústria alimentar, hotelaria e distribuição, onde cada salão, - Alimentaria, Horexpo e Tecnoalimentaria - mantém a sua própria identidade e alarga a sua oferta de modo a facilitar e potenciar a realização de contactos e de transações comerciais. Para o profissional será a oportunidade de aceder a um espaço que congrega a maior e mais completa oferta para aos setores da alimentação, restauração e hotelaria, um espaço capaz de responder a todas as necessidades.
Outras Fontes: Lusa

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Vegan Friendly Shoes

Estamos de volta, deste vez para vos mostrar que, aparentemente, calçar vegan pode parecer difícil mas, quando há força de vontade e verdadeiro interesse, tudo se consegue.
Para quem não conhece, o símbolo da pele é este:


Sempre que este símbolo esteja presente na etiqueta do produto ou num autocolante no seu interior, ou ainda na caixa, significa que o produto tem pele.


Queremos apresentar-vos a marca TUK. A maior parte dos seus produtos NÃO são vegan, como acontece com a esmagadora maioria das marcas de calçado. No entanto, sempre que encontrem a descrição « manmade materials » ou « vegan friendly » significa que, para a concepção do calçado em questão, não foram sacrificados animais. Para ficarem com uma ideia do tipo de calçado vegan que podem encontrar, o seguinte link encaminhar-vos-à para três páginas cheias de maravilhas sem pele :


Quanto a nós, aqui fica o que consideramos como TOP 5 :

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

come insectos? tem a certeza?! então leia

Colamos algo que encontramos num Power Point algures na internet e que, posteriormente, confirmamos:



[Em Portugal é mais frequênte aparecer, "Carminas" ou o E120 na lista dos corantes.]

 




















Facilmente se percebe que este Power Point foi feito por alguém que vive no Brasil.

A questão era: será que também é utilizada nos produtos alimentares em Portugal?

Bom, andámos atentas aos rótolos e encontramos uma série de produtos que usa esse corante:


Iogurte Líquido de Morango da marca: CONTINENTE

Iogurte Líquido Tuti-Fruti da marca: CONTINENTE

Iogurte Líquido de Morango e kiwi Corpos Danone da marca: DANONE



Chocolates M&M's produziros por: MARS incorporated



Bolachas com recheio de morango Bono da marca: NESTLÉ



Iogurte de Morango com pedaços da marca: AGROS

Salsichas de Soja da marca: CEM PORCENTO (Grupo IGNORAMUS)


e da marca IZIDORO


Em relação às salsichas de Soja, trata-se de um produto natural mas não vegetal, daí que se encontram habitualmente na zona dos produtos dietéticos, onde também encontramos os produtos vegetarianos e, por isso, estas salsichas poderiam induzir em erro. Assim, para os vegetarianos ou, até, para os não vegetarianos que não considerem a prática referida no power-point correcta, torna-se importante aprender a ler os rótulos e prestar-lhes a devida atenção. Não partam do princípio de que tudo o que se comercializa é saudável ou que os produtos aparentemente vegetarianos não possam conter « armadilhas ». É importante termos uma atitude de consumidores atentos e informados, para não sermos enganados e garantirmos que o produto que adquirimos corresponde às nossas expectativas!

Natural não é sinónimo de Vegetal.